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Artigo publicado em 29/05/2018

3 formas de transformar uma poupança num investimento rentável

Não passa pela cabeça de ninguém investir para perder. Não somos irracionais. Quem investe quer ganhar dinheiro. Queremos ganhar o máximo possível correndo o mínimo de risco. Neste artigo vamos mostrar-lhe 3 formas de transformar uma poupança num investimento que realmente lhe dê a ganhar dinheiro.

Poupar é diferente de investir

Os termos poupança e investimento são muitas vezes confundidos, pelo que é fundamental começarmos por fazer uma distinção:

  • Poupar significa deixar de gastar hoje para poder gastar no futuro;
  • Investir implica adquirir activos para obter retorno ao longo do tempo.

Desde logo percebemos uma distinção clara que nunca será demais reforçar. Para rentabilizar o seu dinheiro ou para fazer que o dinheiro “trabalhe para si” tem de o aplicar em activos que possam gerar retorno. Este retorno é medido pela valorização ao longo do tempo ou pelos rendimentos que acabarão por distribuir.

O problema é que os portugueses não gostam de assumir risco. Valorizamos muito mais não perder do que valorizamos ganhar. Não faz sentido? Talvez, mas o certo é que isso faz com que os nossos investimentos tenham pouco risco. Poupamos pouco e não temos um retorno aceitável.

Invista de olhos postos no futuro

Muitas vezes falamos de investir como jogar na bolsa. Jogar é no casino. O investimento não é um jogo, apesar de ter regras. Para investir temos de acautelar algumas preocupações:

  • Conhecer os produtos que compramos;
  • Conhecer os riscos destes produtos
  • Ter uma estratégia de investimento com pés e cabeça, enquadrada nos nossos objectivos, perfil de risco e horizonte de investimento.

Para ganhar dinheiro temos de parar de pensar no curto prazo. Temos de pensar que temos de olhar para o futuro. Temos sempre muitos sítios onde gastar o dinheiro. As tentações de consumo são gigantes, mas se nos disciplinarmos a olhar para o longo prazo, então vamos conseguir realmente ganhar dinheiro com as poupanças. Em poucas palavras, temos de “dar tempo ao tempo”, porque nos investimentos tempo é mesmo dinheiro.

Não coloque os ovos todos no mesmo cesto!

Com alguma probabilidade já terá ouvido falar da expressão “não colocar os ovos todos no mesmo cesto”. Esta é a expressão popular para defender uma estratégia de diversificação de riscos. Se colocar todo o seu dinheiro num único produto financeiro, está a correr um grande risco de este não correr bem e ficar sem retorno do dinheiro que poupou. É impossível identificar sempre e a cada momento quais são os activos que irão valorizar, daí que se diga que existe risco. Existe risco do activo desvalorizar e existe também a possibilidade do activo aumentar de valor (por isso investimos). Como estamos sempre a falar de projecções para o futuro, o melhor mesmo é diversificar o risco.

As valorizações e as desvalorizações não acontecem de forma linear. É antes uma curva com altos e baixos. É comum existirem activos que têm uma trajectória de valorização que é pontuada por momentos de queda do valor. E o contrário também é verdade. Os momentos de desvalorização são também eles saudáveis e permitem que se criem oportunidades de reforçar os investimentos.

Quer seja profissional, quer seja um investidor não profissional, é fundamental que tenha definida uma estratégia de diversificação dos seus riscos por diversos activos. E aqui falamos não só de investir em várias acções mas também aplicar o seu dinheiro noutros sítios, como sejam as obrigações (títulos de dívida) ou as matérias-primas. É natural que com o tempo as obrigações valorizem enquanto ganham ou perdem ciclicamente valor.

Ao diversificar correctamente os seus investimentos estará a melhorar a relação entre o risco e o retorno esperado. Beneficia ainda da segurança de saber que não está dependente do desempenho de um reduzido número de activos.

Investir em conjunto pode ajudar a ganhar mais.

Uma última forma de tornar as suas poupanças num investimento rentável passa por aplicar o seu dinheiro em instrumentos de investimento colectivo. Ou seja, em vez de ir sozinho para o mercado de capitais com o seu dinheiro, investe em produtos com vários subscritores do mesmo activo. Exemplos destas aplicações são os planos poupança reforma ou os Seguros financeiros. Estes produtos são geridos por uma equipa de gestores profissionais que diversificam e gerem activamente o seu dinheiro. Através de investimentos cíclicos, regulares e de baixo valor, é possível diversificar os riscos e investir de forma descontraída (mas responsável), sempre com o objectivo de aumentar o dinheiro que tem no bolso.

Não existem segredos que lhe garantem o sucesso em todos os investimentos. No entanto, existem regras simples que poderá seguir para aumentar a probabilidade de sucesso da sua estratégia. Nesta fase, por que não conhecer as potencialidades do investimento através de Planos Poupança Reforma e as vantagens dos Seguros financeiros ?

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