
Vida Previdência

Os fundos de pensões podem ter um conjunto de diferenças que é importante conhecer de modo a escolher o melhor produto para as suas necessidades. Neste artigo vamos falar um pouco sobre estas diferenças, nomeadamente no que toca à adesão colectiva vs. adesão individual.
Se já utilizou o simulador de reforma da Real Vida (se não utilizou poderá fazê-lo aqui) percebeu a necessidade de poupar para o longo prazo. Constatou que é fundamental complementar a reforma que irá obter do sistema público de pensões. Mas como o fazer?

1. Sistema Público ou o primeiro pilar – O Sistema Público é ainda o principal responsável pelo pagamento das reformas em Portugal. No entanto, cada vez é mais evidente que teremos de complementar estas reformas com outros dois pilares;
2. Empregador ou segundo pilar – As empresas estão cada vez mais a assumir alguma responsabilidade no apoio aos seus colaboradores no financiamento das suas reformas. Estes apoios representam um custo com recursos humanos e que pode consistir na contribuição para um PPR ou na constituição de um fundo de pensões (tipicamente um fundo de adesão colectiva);
3. Contribuinte ou terceiro pilar – O terceiro pilar para o financiamento das responsabilidades na reforma é o próprio contribuinte. Ou seja, no seu esforço de poupança deve a pessoa procurar alternativas para poupar e para rentabilizar as suas poupanças, existindo um conjunto vasto de produtos financeiros para esse efeito (dos quais destacamos os PPR e os fundos de pensões de adesão individual).
Os fundos de pensões de adesão colectiva procuram representar o segundo pilar do financiamento das reformas. Estes fundos são caracterizados por existir uma entidade empregadora que pretende financiar um plano de pensões para os seus colaboradores. Estes tipos de fundos podem ser direccionados para fundos abertos (em que é possível qualquer pessoa subscrever) ou para fundos fechados (fundos desenhados em exclusivo para aquela empresa e com políticas de investimento definidas pela entidade empregadora).
Qualquer pessoa poderá subscrever um destes fundos de pensões e não tem de existir qualquer relação entre os vários subscritores do fundo de pensões. Existem diversos fundos ao dispor do subscritor que tem de escolher aquele que mais se adequa às suas necessidades e que tem também liberdade para escolher a sociedade gestora da sua preferência.
Na realidade, uma grande diferença entre os fundos de adesão colectiva e adesão individual prende-se com a possibilidade de movimentação dos fundos. Na prática, os fundos de adesão colectiva tendem a ter uma movimentação mais restritiva e podem estar condicionados por políticas próprias definidas pela entidade empregadora.
Uma última nota para sensibilizar para a necessidade, real, de termos de poupar para a reforma. Mais uma vez, sugerimos a utilização do simulador de reforma da Real Vida Seguros para que perceba o esforço que lhe será exigido.

Administrador
Coordenador de Marketing na Real Vida Seguros
Especialista em Comunicação Multicanal e Literacia Financeira
Profissional com uma década de experiência no setor dos Seguros, com atuação estratégica em Marketing e Inovação Digital. A sua missão é aproximar os seguros das reais necessidades das pessoas, através de campanhas que informam, protegem e transformam vidas.
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